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Surrexit Christus, Aleluia!

por Teresa Mendonça, em 20.04.14

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publicado às 00:00


Jesus remember me when You come into Your kingdom

por Teresa Mendonça, em 18.04.14

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publicado às 15:00


Chapéus há muitos

por João Miguel Tavares, em 18.04.14

Não sei se se recordam, mas há um ano eu postei no blogue esta foto da Ritinha, com um chapéu que o Gui lhe tinha arranjado.

 

 

Há pouco, a minha mãe (que ficou nos últimos dias com a Rita e com o Gui) enviou para a Teresa esta foto, com a seguinte mensagem: "Um modelo feito pelo Gui."

 

Diria que há aqui um padrão:

 

 

Como se vê, o Gui mantém os seus dotes de estilista e continua a insistir em adornar a cabeça da irmã. Mas claro está: quanto mais velha, maior o chapéu. É possível que em 2015 vá levar com um tampo de mesa em cima.

 

Irmã sofre.

 

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publicado às 14:16


Stay with me, remain here with me, watch and pray

por Teresa Mendonça, em 18.04.14

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publicado às 05:56


Eu também sou claramente um criançofóbico #2

por João Miguel Tavares, em 17.04.14

Eu e a Maria João Marques, enquanto pessoas de um outro tempo, estamos a ter a modos que uma polémica epistolar: vamos discordando um do outro a intervalos semanais. O assunto provavelmente só já interessa a nós o dois, mas eu continuo a insistir, até porque desta vez a Maria João clarifica o seu argumento económico-liberal. O texto integral dela está aqui, mas eu deixo um par de citações:

 

As famílias com crianças são um grande mercado e os proprietários e gestores de hoteis e restaurantes têm noção disso. Se os restaurantes não quisessem receber crianças, não teriam cadeirinhas para elas, estabeleceriam um consumo mínimo para quem ocupasse lugar à mesa, não criariam menus infantis,… E os hoteis, então, se quisessem enxotar crianças teriam boas soluções: camas de bebé e camas extra caríssimas, alimentação de crianças ao mesmo preço da dos adultos (...)

 

Enquanto as famílias quiserem levar crianças para hoteis e restaurantes, haverá hoteis e restaurantes que aceitam crianças. Pelo melhor motivo de todos (não, não é cumprir a lei): as empresas, para sobreviverem e prosperarem, fazem por agradar aos clientes. E se o mercado resolve – e bem, porque incorporando as decisões livres de consumidores, empresários e gestores – o problema, então o legislador só tem de ficar quieto e não incomodar.

 

Eu diria que a Maria João é bastante convincente a argumentar que existe oferta abundantíssima de hotéis e restaurantes que aceitam crianças, e que portanto nenhuma família corre o risco de não encontrar um telhado onde dormir ou um restaurante onde alimentar as suas crianças. O problema é que... o problema não é esse.

 

A Maria João não poderia ser mais clara: para ela, se o mercado funciona, então o legislador só tem de ficar quieto e não incomodar. Só que isto, para mim, nunca fui essencialmente uma questão económica (ainda que, é verdade, eu tenha argumentado com o facto de as crianças serem umas chatas e ninguém estar para as aturar - devo ter escrito isso num dia particularmente difícil aqui em casa).

 

Não se trata, portanto, de o mercado "funcionar" ou não, porque o mercado - ao contrário do que muitos pensam - não é a bússula que norteia a minha vida. Eu sou mais de esquerda do que pareço à primeira vista. (Deve ser por isso que gosto do Obama e a Maria João nem por isso, naquele que é, sem dúvida, o maior dos seus defeitos.) A minha questão é muito anterior à questão mercadológica - é uma questão de princípio, ou seja, trata-se de acreditar que está errado impedir uma família com crianças de entrar num local de livre acesso.

 

Claro que chegados a este ponto admito que não há muito por onde contra-argumentar, porque batemos na parede moral do certo e do errado. Para a Maria João defender o que defende implica que ela considere aceitável um estabelecimento dizer "criança aqui não entra porque faz barulho e chateia". Ora, eu considero isso, de facto, uma discriminação. Acho que é um argumento que não pode ser invocado a priori. Certamente que não é uma discriminação tão grave quanto dizer "você não pode estar aqui porque tem a pele preta", nem tão triste quanto colocar sapos de louça ou metal à entrada de lojas para que os ciganos não entrem. Mas é uma discriminação, ainda assim.

 

E isso, obviamente, é prévio às questões de saber se o mercado dá ou não resposta às necessidades de pais com filhos. Daí que o argumento da Maria João - "se o mercado resolve o problema, então o legislador só tem de ficar quieto" - seja inaceitável para mim. O mercado (é só uma comparação, ok?) também resolvia o "problema" na América dos anos 50 - o meu ponto é anterior a esse, ou seja, é ético e não económico.

 

Nesse sentido, eu e a Maria João estamos a discordar do assunto em planos diferentes. A sua análise económica parece-me muito bem feita, mas só é possível uma pessoa saltar para ela se não houver nenhum constrangimento ético em relação a esta questão. Eu tenho esse constrangimento. Ela não. E é por isso que - desconfio - nunca iremos chegar a acordo sobre o tema, por muitos posts que continuemos a trocar. É que se a discutir sobre economia já não é fácil duas pessoas concordarem, sobre filosofia, então, é melhor nem falar. 

 

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publicado às 10:13


A questão do T

por João Miguel Tavares, em 17.04.14

Ah! Ah! Ah! Eu sabia que as leitoras e os leitores deste blogue não me iriam falhar, e que com a preciosa ajuda dos seus conhecimentos em rede poderia lavar em grande estilo a minha honra alfabética, posta em causa pela Bruxa Mimi, e semi-apoiada pela excelentíssima esposa.

 

Eu sou picuinhas. Para quem duvida que o "T" da pulseira da Teresa é mesmo um "T" e não um "I" nem um "J", até me dei ao trabalho de ir ao site original das pulseiras (a marca é americana e chama-se Alex and Ani) para sacar as imagens das várias letras suspeitas, para os mais reticentes poderem comparar.

 

Este é o "I":

 

Este é o "J" (sim, parece um "G", mas é um "J"): 

 

 

E este é mesmo o "T":

E para provar que este não é o primeiro "T" da história a sofrer da amputação do braço direito, a Graça Martins deixou no Facebook exactamente a imagem em ponto-cruz que eu andava à procura. Lá está o "T" amputado. Grande Graça - muito obrigado a ela.

 

 

E o João Amado até encontrou este "T" de tatu.

 

Desta forma, espero que tenha convencido não só a Bruxa Mimi (que, na verdade, já ontem estava convencida e, querida como só ela, até já se arrependeu alfabeticamente no seu blogue), como todo o grupo dos cépticos alfabéticos que ontem andaram por aí a gozar comigo.

 

Entretanto, espero que a engraçadinha do "a cavalo dado não se olha o dente" siga pelo mesmo caminho e faça o seu acto de contrição público, louvando a extrema competência do seu excelso marido. Menos do que isso parece-me pouco.

 

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publicado às 09:59


Estou a precisar de ajuda alfabética

por João Miguel Tavares, em 16.04.14

Estou a precisar de vossa ajuda, caras leitoras e caros leitores. Não sei se vocês repararam, mas por causa da publicação desta fotografia com a imagem das quatro pulseiras hippies que ofereci à Teresa no aniversário do nosso casamento

 

 

a Bruxa Mimi deixou o seguinte comentário:

 

Boas prendas, mas se não soubesse os nomes dos vossos filhos, pensaria que as iniciais das pulseiras eram C, I, G, R, pois o T parece mesmo um I (i) maiúsculo! Se calhar o JMT foi enganado.

 

E a este comentário, a engraçadinha da minha mulher resolveu responder assim:

 

É verdade! Todos achámos o mesmo, mas o João assegura que a letra que parece um I era mesmo o T da colecção e que existem grafismos antigos que representam assim o T. Seja como for ele merece que eu acredite na sua teoria. E a cavalo dado não se olha o dente.

 

Ah, ah, ah, tão engraçadinha que ela é: "A cavalo dado não se olha o dente."

 

Pois vamos cá ver: a dúvida da Bruxa Mimi é inteiramente pertinente, mas não, não fui "enganado". Eu tive a mesma reacção na loja e só descansei quando comparei letterings e vi claramente no código de barras da pulseira a indicação da letra "T". Indicação essa que também consta do talão de troca que eu tive o cuidado de guardar, para o caso da excelentíssima esposa achar as pulseira hippies demasiado hippies. Sou um profissional.

 

Mas há mais: recordo-me perfeitamente de há muitos, muitos anos (foi no século passado) a então excelentíssima namorada estar a fazer um quadro em ponto-cruz (sim, ela fazia ponto-cruz - e muito bem, por sinal), penso que para os seus pais, e nos termos deparado com um alfabeto que tinha um "T" igualzinho. Ela até teve, se bem me recordo, de improvisar a partir desse "T", para parecer um "T" mais "T". Eu, infelizmente, não sou dado à metalurgia, e portanto não havia improviso possível em relação à pulseira do Tomás.

 

Se eu me lembro de ter tido essa discussão com ela (sim, nós tínhamos discussões sobre ponto-cruz), e olhem que eu nunca me lembro de nada, isso significa que a excelentíssima esposa-então-namorada só se pode lembrar incrivelmente bem, porque as mulheres lembram-se de tudo. Donde, a piada que mete dentição e equídeos é bué verrinosa, daquelas que as esposas adoram fazer só para atacar maridos desajeitados.

 

É nesse sentido que convoco todos os leitores deste blogue, especialmente os praticantes de ponto-cruz, para saber se me conseguem encontrar o raio do alfabeto original onde existe o "T" que não parece "T", de forma a poder limpar a minha honra, tão vilmente ofendida. Ajudem-me, pás.

 

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publicado às 10:28


A mamã é médica #10.1

por Teresa Mendonça, em 16.04.14

O excelentíssimo marido resolveu encostar-me à parede: 

 

Eh pá, sabem o que é que era mesmo fixe? Era eu estar casado com uma médica, e ela também ter um blogue tipo Pais de Quatro, estão a ver? Assim poderia discutir a questão das vacinas, dar a sua opinião informada, e tal. Seria tão proveitoso para os leitores do blogue... Enfim, sonhar não custa, não é?

 

A questão da vacinação está longe de ser consensual, mas sendo uma questão de saúde pública (e não individual, como se poderia suspeitar por alguns comentários ao post sobre o artigo de Daniel Oliveira), não pode deixar de ser discutida com profundidade.

 

A vacinação em Portugal, através do Plano Nacional de Vacinação (PNV), é universal e gratuita e tem um carácter orientador e incentivador. O PNV foi revisto e actualizado diversas vezes, a última das quais em 2012, de acordo com as alterações do padrão epidemiológico das doenças, o comportamento dos doentes perante medidas preventivas, o desenvolvimento social e dos serviços de saúde e o desenvolvimento científico e tecnológico que ditam o aparecimento de vacinas mais eficazes e seguras e terapêuticas mais eficientes.

 

Só existem duas vacinas que são obrigatórias em Portugal - contra o tétano e contra a difteria, através de uma lei de 1962 que nunca foi revogada. Mas até essas podem não ser administradas se os pais das crianças assinarem um termo de responsabilidade próprio para o efeito. O PNV é, em alguns grupos especiais (doentes imunodeprimidos, profissionais de risco, viajantes para áreas endémicas, entre outros), adaptável a normas próprias de acordo com as suas necessidades.

 

Os benefícios da vacinação superam largamente o simples benefício da pessoa imunizada, visto que a existência de crianças não imunizadas afecta a comunidade de diferentes formas, aumentando o risco da própria criança contrair a doença mas também o risco de contágio a outras crianças imunizadas ou susceptíveis (que não podem receber determinadas vacinas por questões relacionadas com a sua saúde ou dificuldades económicas, no caso de vacinas não incluídas no PNV), comprometendo a cobertura igual ou superior a 95% para as vacinas do PNV, percentagem fixada internacionalmente como necessária para garantir a imunidade da comunidade (há uma excepção a este objectivo de cobertura, que é a vacina contra a infecção pelo vírus do papiloma humano - HPV).

 

A decisão da não vacinação de uma criança tem de ser bem fundamentada e é obrigação dos pais procurar, junto dos profissionais de saúde competentes para o assunto, o acesso a informações credíveis e fundamentadas que exponham os riscos e benefícios da vacinação. A criação de movimentos anti-vacinação em todo o mundo, mas de modo preferencial na Europa, fez proliferar a disponibilidade de informação errada, sem qualquer comprovação científica, que é apresentada como irrefutável e essencial para quebrar a "suposta" pressão da indústria farmacêutica que, sem olhar a meios para atingir os seus fins comerciais, expõe a comunidade a "perigos incalculáveis".

 

Existem milhares de blogues e sites que divulgam dados que não têm qualquer fundamento, mas são esses dados que chegam mais facilmente aos olhos dos pais honestamente preocupados em procurar o melhor para os seus filhos, que não querem tomar essa decisão de ânimo leve. E é fácil de perceber porque os media preferem dar tempo de antena num horário nobre a uma linda e famosa actriz, que encabeça uma forte campanha para a libertação/recalendarização da vacinação nos EUA, e não a um pediatra que explica, com dados comprovados, os benefícios da vacinação.

 

Em 2007-2008, na sequência da exibição de programas com imensa visibilidade como o Oprah Winfrey Show, Larry King Live e The Ellen Show, que convidaram em sequência a actriz Jenny McCarthy - mãe de uma criança diagnosticada como autista aos 3 anos de idade e que responsabilizou a vacinação pelo diagnóstico do filho -, a percentagem de pais que recusaram vacinar os seus filhos nos EUA aumentou significativamente.

 

Assistiu-se à ocorrência de verdadeiros surtos de doenças evitáveis pela vacinação, nomeadamente sarampo e tosse convulsa, com ocorrência de raras mas muito graves complicações associadas a estas entidades. Actualmente a mesma actriz (que publicou um livro bestseller na altura da mediatização) já veio a público afirmar que recusa ser associada a movimentos anti-vacinação, e até mesmo que a doença do seu filho foi reclassificada e que não pertence às doenças do espectro do autismo. Infelizmente, o efeito devastador das suas anteriores declarações é irreversível.

 

Outro dos factos que mais prejudicou a vacinação foi a publicação, em 1998, de um artigo na revista The Lancet pelo cirurgião Andrew Wakefield relacionando autismo e vacinação. O artigo foi posteriormente retirado pela conceituada revista científica por ter ficado provado que o referido cirurgião (que entretanto perdeu a sua licença médica, e que na altura não declarou ter sido pago por uma empresa de advocacia que tinha em curso vários processos contra empresas produtoras de vacinas) alterou as histórias clínicas de todos os 12 doentes que fizeram parte deste estudo que deliberadamente relacionou, através da falsificação de dados, as vacinas e o autismo.

 

Este estudo não foi reprodutível por mais nenhum outro e anos mais tarde, depois de muito dinheiro gasto na repetição de ensaios que não mostraram qualquer relação entre as vacinas e o desenvolvimento de autismo (dinheiro e energia que não foram empregues na tentativa de obter respostas sobre as causas reais do autismo e sobre como ajudar as crianças e familiares que vivem com ele), o seu trabalho foi definitivamente comprovado como errado. Mas o impacto do estudo ultrapassou largamente o da sua refutabilidade e ainda hoje há imensas pessoas que acreditam nos dados por ele apresentados.

 

Existem vários sites credenciados que devem ser consultados pelos pais que se preocupam em proteger os seus filhos dos riscos das vacinas. Não existem vacinas 100% seguras nem eficazes e essa preocupação é compreensível. Por isso, discutirei nos próximos posts alguns dos problemas sobre vacinas que mais preocupam os pais.

 

No entretanto, deixo aqui vários sites credíveis onde as pessoas mais preocupadas com este tema devem procurar informação que depois devem discutir com os pediatras das suas crianças:

 

O site Vacinas, e o Portal da Saúde, em português.

Centers for Disease Control and Prevention.

American Academy of Family Physicians (colocar na janela de busca o termo "vaccines" - para quem não domina o inglês, também existe uma versão do site em espanhol).

American Academy of Pediatrics.

Infectious Diseases Society of America (conhecido como IDSA).

Institute for Vaccine Safety, da Universidade John Hopkins.

O portal Allied Vaccine Group, precisamente dedicado a reunir informação de sites credíveis sobre vacinação.

National Foundation for Infectious Diseases.

O site da Organização Mundial de Saúde, com muitos dados globais sobre o tema.

Vaccine Information You Need, bem organizado e bastante "amigo do utilizador".

Por fim, a conhecida FDA, US Food and Drug Administration, popular em filmes e série de televisão, e que também sem preocupa com vacinas.

 

 

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publicado às 09:43


Mobile Lovers

por João Miguel Tavares, em 15.04.14

Após as suas magníficas intervenções novaiorquinas, Banksy volta a atacar, agora novamente em Inglaterra. No seu site apareceu isto (no momento em que escrevo, e que eu tenha dado conta, o local ainda não foi identificado), obra muito justamente apelidada de "mobile lovers". Como eu próprio sou um frequente "mobile lover", deixo aqui o seu maravilhoso graffiti, em humilde penitência quaresmal:

 

 

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publicado às 09:46


Diálogos em família #37

por Teresa Mendonça, em 15.04.14

[A Rita vê passar um cão e começa a chamá-lo:]

 

Rita - Cá-u! Cá-u! Cá-u!

 

Gui - A Rita é mesmo muito esperta.

 

Mamã - Porque é que dizes isso, Gui?

 

Gui - Ela já faz chichi no bacio [fez ontem pela primeira vez] e até já sabe dizer "vaca" em inglês.

 

 

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publicado às 08:59


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Os livros do pai


Onde o pai fala de assuntos sérios



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