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Afinal o ensino é muito exigente

por João Miguel Tavares, em 31.10.13

O meu filho Tomás garante-me que isto é uma das formas de fazer contas de somar que ele aprendeu na escola:

 

 

Não sei se deva agradecer a Nuno Crato, mas eu olho para isto e apetece-me atribuir imediatamente um Nobel ao Tomás. Até porque de alguma estranha e aracnídea forma os resultados estão certos.

 

Só não sei se sou eu que tenho um pequeno génio em casa, ou se é o ensino da matemática na segunda classe que está muito mais exigente do que no meu tempo.

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publicado às 11:00


23 comentários

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De x a 03.08.2015 às 14:10

Mas a forma de fazer as contas não é a mesma? Baixar, subir, emprestar, e vai x, etc e tal... os números têm peso (unidades, dezenas centenas - isto na base 10) logo qual é o stress? Se explicarem que a localização dos dígitos tem um valor que é o peso (unid, dez, centena, etc) qual é o problema? É só fazer as contas...
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De aluap a 11.03.2014 às 22:20

O meu filho está no 1.º ano do ensino básico e estou a passar-me com este novo método.
Ele que ainda está a tentar aprender continhas simples e já o estão a ensinar a decompor.
É um desespero ensinar e ver a angústia dele a tentar perceber.
Espero que isto melhore mas sinto que é uma cruz que estou a carregar.
Obrigada, Sr. Ministro.
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De Andreia Almeida a 10.11.2013 às 18:03

Acho uma belíssima forma de aprenderem, quantas mais formas souberem para resolver o mesmo problema, melhor! Estimula bastante o cálculo mental, uma vez que para dar qualquer resposta temos sempre que decompor os problemas. Em termos de forma pode parecer complicado o resultado final mas em termos de execução pareceu-me bastante fácil, sublinham os números com cores diferentes e somam essas parcelas, no fim é só adicioná-las nos campos respectivos. Quanto ao facto de os resultados estarem certos isso não é verdade o Tomás enganou-se na segunda conta, tem que somar 80+20+30=130, por isso no campo das dezenas fica o três e no campo das centenas soma-se 100 aos 500 e fica um 6 no campo das centenas =P
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De João Gonçalves a 06.11.2013 às 01:06

Já os romanos usavam o método(numeração romana) aperfeiçoado por Fibonacci Séc XIII com algarismos indo-árabes.Estamos no Séc.XXI.Viva o progresso.
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De Catarina a 04.11.2013 às 22:20

Fiquei a saber deste novo método pela reportagem da RTP e fiquei muito confusa. Se alguma criança da família me pedir ajuda estarei completamente perdida e acredito que ao tentar ajudar ainda farei pior..!

Veja a reportagem aqui!
http:/ www.rtp.pt /noticias/index.php?article=692779&tm=8&layout=122&visual=61

Na multiplicação vemos o seguinte exemplo:
67 x 6=
(60 + 7) x 6=
(60 x 6) + (7x6)=
360 + 42= (eu pergunto-me que cálculo é que as crianças fazem para chegar ao 360?)
(300 + 60) + (40 + 2)=
(300 + 100 + 2 = 402

Wwwwwooooowwwwwww!
Boa sorte aos papás e mamãs deste país!
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De Viajante a 01.11.2013 às 12:37

Exactamente, é mesmo assim que eles aprendem agora.
Começam também desde logo do início a fazer cálculos mentais razoavelmente complicados (a nossa geração 30-40) não os fazia com esta idade. Também me fez uma certa confusão de início, mas bem vistas as coisas, acho o método melhor que o nosso.
Na 2ª classe, o ano passado, as contas "em pé" eram inclusivamente consideradas não completamente correctas nos testes intermédios, mesmo se o resultado estivesse certo. Tinham que as fazer em linha. No entanto, este ano houve alteração de programa e irão fazer novamente contas "em pé", desconheço o motivo, mas suponho que mantenham também a forma em linha.
Da minha experiência eles efectivamente aprendem mais a raciocinar e menos a mecanizar com este método e desenvolve-lhes muito o cálculo mental, o que é positivo. Ficou-me a dúvida se, estimulando e desenvolvendo mais os alunos com mais facilidade, terá o mesmo efeito em alunos com mais dificuldade?
Eu gostava que me fossem transmitidas as razões de alterações dos programas escolares, já que sou "utilizadora" através do meu filho mais velho, mas também "pagadora", portanto, sim, acho que nós pais temos direito a que nos prestem contas sobre essas alterações.
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De Carla a 01.11.2013 às 14:43

Julgo que não há alteração.
Até ao 2º ano é este método.
No 3º entram as contas em pé.
É uma evolução :)
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De Anónimo a 01.04.2016 às 23:11

Tanta complicação para os pequeninos e os mais velhos andam de calculadora na mão... Que a maioria nem a tabuada sabe para fazer contas... Possivelmente quem teve esta ideia...
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De Ana a 01.11.2013 às 12:25

A 1ªvez que vi esta forma de fazer contas ia-me dando uma coisa má, eu que sou mais letras que números tive que aprender este (e outros raciocinios) mas sempre confirmando no final com as minha velhinhas contas em pé! Agora pede-se "ajuda" aos números que sobram (somas/divisões) em vez do " e vão x"
A última foi explicar a contagem de peças numa imagem de um cubo a 3D (um problema em que se tentava construir um cubo com 100 cubinhos e todos estavam incompletos nas imagens, quantos faltam para os 100?)
Solução? Os puzzles de cubos são preciosos para explicar matemática! :))
Mas tenho que concordar que este novo método de ensino puxa muito mais sim ao raciocinio lógico e pela cabeça das crianças!
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De Inês - Desenhos e Fotografia a 31.10.2013 às 18:40

Tenho de aprender novamente a fazer contas de somar, para conseguir explicá-las a uma criança...
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De Anónimo a 31.10.2013 às 17:23

Ah! Não sabia que os miudos agora aprendiam assim a somas mas parece-me que os ajuda a entender melhor os "números e a lógica" somando as ordens. Gostei!
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De Anónimo a 31.10.2013 às 17:17

Cá em casa o meu marido é mais numero e eu letras. E ele sempre se gabou do facto de ser ás a matemática. Isto até os filhos começarem a escola. Agora se os vê de livros de matemática em riste a pedir auxílio, encaminha-os à mãe que quase lhe dá o fanico. Até porque os filhos mandam logo a boca: então não és tu o ás a matemática?
Pois, eraaaa. Agora pesca menos que eu :)

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