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Um domingo na Kidzânia

por João Miguel Tavares, em 23.04.13
A Kidzânia contactou o Pais de Quatro com um convite para a família ir lá experimentar uma nova iniciativa a que eles deram o nome de "Pais Bem-Vindos", que se realiza no segundo domingo de cada mês. Achámos que valia a pena aceitar o convite, por duas ordens de razões, para além da razão "entrar à borla" (o bilhete de família da Kidzânia também é daqueles que só contempla dois adultos e duas crianças, além de ter de ser comprado online, o que significa que se uma família como a nossa se apresentar no Dolce Vita Tejo vai deixar nas bilheteiras 19,50€ x 3 + 10€ x 2, o que totaliza uns astronómicos 78,50€). As duas ordens de razões são estas:

- Somos clientes relativamente regulares do espaço e temos em casa um trio de putos fanáticos da acumulação de kidzos (o kidzo é a moeda da Kidzânia), que mais ou menos de dois em dois meses começam a pedir freneticamente para lá voltar.
- Gostávamos realmente de experimentar a iniciativa, porque a ideia é que no tal segundo domingo de cada mês os pais possam participar em imensas actividades com os seus filhos (nem todas, atenção! - não vão poder na mesma aprender a fazer pizzas nem hambúrgueres), e queríamos perceber se os miúdos preferem ter-nos ao seu lado ou não.

O sinal que está à porta das actividades onde os pais podem entrar é este:


E a primeira coisa que nos lembrámos de fazer foi de ir bater à porta do Continente:


Mas não para ir às compras, atenção. Foi para ir trabalhar - e logo na peixaria. Eu fiquei com o Gui. E como se pode ver pela imagem em anexo, foi um cargo que exerci com grande responsabilidade e ponderação. (A verdade é que sempre sonhei ser o Ordralfabetix.)


Depois da peixaria subi rapidamente na vida e decidi dedicar-me ao automobilismo, desta vez com a Carolina. Incrivelmente, o número do carro que me coube em sorte era o do ano do meu nascimento. "Isto é bom sinal", pensei eu. (Por favor, descontem a pose duvidosa desta foto.)


E, de facto, coube-me arrancar na pole position, qual Ayrton Senna.


Infelizmente, consegui ser ultrapassado por todas as crianças que estavam em competição, terminando em último lugar. Tudo por causa de problemas no motor e na caixa de embraiagem.


A mamã também andou metida em divertidas actividades com os seus filhos, nomeadamente na reciclagem de papel.


A Rita estava incluída no grupo, e dedicou-se à reciclagem do plástico. Eu ainda propus reciclagem de birras, mas tristemente não se fazia.


Mas onde a Rita acabou por se divertir mais foi no espaço dedicado aos mais pequeninos.


E depois daquela visita, qual a conclusão? Vale a pena pôr os pais a fazer as actividades com os filhos ou não? Bom, eu diria que depende. Depende da personalidade, mas depende sobretudo da idade. Se tiver crianças ainda pequenas e um bocadinho tímidas e as quiser levar à Kidzânia pela primeira vez, os segundos domingos de cada mês podem ser uma excelente opção. É a melhor forma de entrar em imensos sítios deixando as vergonhas à porta.

Mas se, por outro lado, tiver miúdos mais velhos e despachados, dos seis anos para cima, esqueça: eles preferem andar sozinhos, sem os pais atrás. Afinal, a Kidzânia é isso: simular em grande estilo uma cidade dos grandes para os mais pequenos. Se os pais andam atrelados, perde-se metade da graça. É apenas melguice materna ou paterna. Ou pensam que é por acaso que a Carolina quase não aparece nas fotos? Mal podia, pisgava-se a grande velocidade e a dizer "bye bye, vejo-vos daqui a uma hora". Para ela, o mais giro da Kidzânia é mesmo os papás ficarem à porta. E, bem vistas as coisas, tem toda a razão.

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publicado às 10:14


Razões pelas quais o filho dele está a chorar

por João Miguel Tavares, em 22.04.13
Por manifesta deselegância da minha parte e o constante atropelamento das minhas horas livres pelas quatro rodas domésticas, não agradeci ainda este post que o já muito citado e sempre grande Malomil teve a amabilidade de dedicar a este blogue. A referência é obviamente imerecida e só se deve à extrema boa educação do seu autor, mas o site que ele refere no post, Reasons My Son Is Crying, é a terceira vez que me é aconselhado por amigos ou conhecidos no espaço de 15 dias.

Tamanha coincidência deve significar que o mundo acha que ele tem tudo a ver com este blogue (de um modo geral) e comigo (de um modo particular). Como é óbvio, o mundo tem inteira razão. A ideia é simples: um pai decidiu registar fotograficamente (com as fotos apenas apoiadas em pequenas legendas) todos os motivos pelos quais o seu filho está a chorar. E infelizmente, o seu filho, como todos os filhos, quase nunca está a chorar por boas razões. O resultado é cruel, mas muitíssimo divertido. Eis alguns exemplos:





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publicado às 23:10


Diálogos em família #15

por João Miguel Tavares, em 22.04.13
- Papá, eu sou o mais bem comportado?
- Sim, Tomás, tu és o mais bem-comportado. És o que te esforças mais por fazer as vontades aos papás.
- E eu?
- Tu, Gui, és o mais bonito. Quando passas, as meninas à tua volta desmaiam. Chegas à sala e caem todas para o lado.
- Não caem nada. Só quando estou muito tempo sem ir à escola é que me apertam muito.
- Estás a ver, eu bem te digo. É assim ou não é, Tomás?
- É, é. E qualquer dia são os meninos a fazerem-lhe o mesmo.
- Os meninos não, que eu não sou gay!

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publicado às 21:32


Uma questão de exigência

por João Miguel Tavares, em 22.04.13


Eis a minha crónica na revista do CM de ontem:

Como já aqui contei, a Carolina entrou este ano para o Instituto Gregoriano, uma escola pública dedicada ao ensino da música, com admissão bastante apertada e que cultiva uma exigência e profissionalismo a que não estamos habituados. O resultado é um grupo de alunos disciplinados e que anda sempre na linha. Quando há um par de meses cometi o terrível erro de chegar atrasado a um ensaio de coro, levei um raspanete da maestrina como se fosse um puto de 10 anos: “Você devia ter chegado há 30 minutos e eu só não mando a sua filha embora porque ela não tem culpa nenhuma. Mas isto não volta a acontecer!”

Eu ainda tentei balbuciar qualquer coisa, procurando desculpar-me com o número de filhos (costuma ser um argumento imbatível), mas logo por sorte ou por azar a senhora tinha tantos filhos quanto eu (lá se foi o argumento imbatível). E olhem que os miúdos ainda estavam à porta da sala de concertos, todos alinhadinhos como na tropa. O ensaio propriamente dito nem sequer tinha começado. Acho que para aí desde os meus saudosos tempos da primária que não levava nas orelhas daquela maneira. Mas a verdade é que resultou: um raio me fulmine se algum dia volto a chegar atrasado. Embora a sede do Instituto fique em Entrecampos, em termos de rigor educativo poderia ficar em Munique, Salzburgo ou Moscovo. O resultado disso vê-se imediatamente na velocidade de progressão dos miúdos. Entre aulas de piano, coro e formação musical, a Carolina tem cerca de três horas de Instituto por semana. Três pequeníssimas horas. Está certo que depois tem a obrigação de estudar em casa, mas não deixa de ser impressionante como tão pouco tempo consegue produzir resultados tão eficazes. E tudo isto por causa de uma única palavra: exigência.

O resto do texto pode ser lido aqui. A ilustração é do José Carlos Fernandes.

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publicado às 07:45


A Força esteja com os ditados

por Teresa Mendonça, em 21.04.13
Uma das coisas que mais me dá a volta ao miolo é ver gente crescida a escrever português com erros ortográficos claríssimos, daqueles que só uma pessoa muito desatenta não detectaria ou consideraria gralhas. À conta disso, mostro-me sempre horrorizada de cada vez que dou com a Carolina a dar erros escandalosos e chego a pendurar listas de palavras difíceis no frigorífico para ela nunca mais na vida se esquecer como se escrevem.

No final do segundo período do seu primeiro ano, resolvi arranjar-lhe um livrinho de ditados que só servisse para treino de português, coisa que ela nunca gostou de fazer. Escolhi um livro de capas duras, estiloso, que não se parecia com um caderno de exercícios e com uma ilustração do Tintin (que ela tinha descoberto há pouco tempo e pelo qual estava completamente fascinada). Apesar de um pouco contrafeita, como sempre, a Carolina já criou uma relação especial com o seu livrinho e sempre que peço para o ir buscar ela não reclama. Foram poucos os ditados que fizemos até hoje, muito menos do que ela precisaria, mas tenho a convicção de que têm ajudado a Carolina a conhecer algumas palavras importantes e a evitar alguns erros básicos.

Agora chegou a vez do livrinho do Tomás. Com ele tenho, por um lado, a vida facilitada, pois é super-responsável e adora fazer os seus trabalhos de casa. De um modo geral, só preciso de o ir vigiando, para perceber se beneficiaria de alguma ajuda, aqui ou ali. Mas, por outro lado, o Tomás tem toda a pinta de vir a ser um homem mais dado aos números do que às letras, o que significa que o português é onde mostra um pouco mais de dificuldades (embora seja normal: ele entrou este ano para o primeiro ano e os progressos no português são sempre mais lentos do que na matemática).

Por causa de tudo isto, este fim-de-semana chegou a vez de apresentar ao Tomás o seu livrinho de ditados. E foi um sucesso! O João murmurou um qualquer comentário sobre gastar dinheiro com cadernos Moleskine da Guerra das Estrelas para fazer ditados (já não me lembro o quê exactamente, mas desconfio que fosse sobretudo inveja), mas o orgulho que o Tomás mostrou compensa tudo isso. E estou certa de que o irá ajudar a preparar o seu futuro com grande estilo.


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publicado às 16:10


Ter covinha ou não, eis a questão

por João Miguel Tavares, em 20.04.13
Nos comentários a este meu post é insinuado que a Elisha Cuthbert não tem covinhas (no queixo). Por esta altura vocês já deviam saber que este é um tema que trato com grande dedicação. Ela não é o Kirk Douglas (graças a Deus), é certo, mas tem definitivamente covinha, ok?


Já no post seguinte, algumas senhoras suspiraram por Harrison Ford, garantido que ele tinha a tal covinha e não fora devidamente integrado nas listas. Agora é a minha vez de perguntar: onde?


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publicado às 22:58


Cinco a matemática, dois a perspicácia

por Teresa Mendonça, em 19.04.13
Por esta altura acho que já toda a gente percebeu que o meu excelentíssimo esposo tem alguma dificuldade em ver além das covinhas do queixo. Tivesse ele mais confiança nas qualidades da sua esposa e (de vez em quando) capacidade de reconhecer os seus erros, e perceberia que nestes assuntos ela não costuma deixar as coisas ao acaso. Na verdade, há não só um A mamã é médica #7.2 no forno há já bastante tempo sobre o tema do leite (na verdade, já teve de ser refeito porque o caro esposo resolveu opinar sobre a extensão do conteúdo do post e... pluf, desapareceu tudo), como também já está quase preparado o A mamã é médica #8 sobre anemia, que faz todo o sentido vir depois do #7.2. Confesso que fiquei danada depois do esturricamento do post #7 e resolvi arejar as ideias antes que tivesse que esturricar o excelentíssimo esposo. Mas o #7.2 e o #8 hão-de aparecer nos próximos dias, para tudo ficar devidamente ordenado, como o esposo gosta.

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publicado às 08:52


Cinco a genética, dois a matemática

por João Miguel Tavares, em 19.04.13
Uau. Estou impressionado. Ando a dormir com uma geneticista e não fazia a menor ideia. Mas se, por um lado, a excelentíssima esposa percebe imenso de tipos de sangue, por outro, as suas contas andam pelas ruas da amargura... Então salta-se do A mamã é médica #7.1 para o A mamã é médica #9? Ó sô doutora, olhe que há leitores deste blogue a coleccionar os fascículos. Outra destas e faço queixa ao Nuno Crato.

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publicado às 08:40


A mamã é médica #8

por Teresa Mendonça, em 19.04.13

Uma leitora perguntou acerca deste post:"Já agora essa questão da penetrância incompleta expressa-se na generalidade dos genes ou só em alguns? (Sou bióloga e tenho curiosidade natural sobre o tema!) Ensinaram-me que por exemplo a hereditariedade do tipo de sangue 'não falha'. É mesmo assim ou já detectaram excepções?"

Felizmente para o comum dos mortais não geneticistas, a penetrância incompleta não ocorre na maioria dos genes. De outra forma só os especialistas conseguiriam entender as transmissões genéticas. Já em relação ao que lhe ensinaram sobre a hereditariedade do tipo de sangue, receio bem que esteja errado: o sangue é exactamente um dos exemplos de fuga às leis genéticas básicas previstas por Mendel - mas só em casos excepcionais.


Realmente, o que aprendemos na escola secundária em geral não contempla excepções cujas explicações ultrapassam o programa escolar. Como a esmagadora maioria das conjugações de grupos sanguíneos são explicadas pelas regras básicas do funcionamento dos genes, aquilo que não encaixa - até pela sua complexidade - é deixado de fora. 


A maioria das pessoas conhece (ou pelo menos deveria conhecer) o seu grupo sanguíneo: A, B, AB ou O. Podem ainda saber se são Rh+ ou Rh-. Mas muito provavelmente não sabem se são Langereis ou Junior + ou -. Acontece que se conhecem até à data 32 grupos sanguíneos diferentes, tendo os dois últimos atrás referidos sido descobertos há pouco mais de um ano.


É muito pouco provável que algum dia precisemos que todos os nossos grupos sanguíneos sejam caracterizados. Os mais frequentes sê-lo-ão, com certeza, no caso de algures na nossa vida precisarmos de uma transfusão sanguínea, por exemplo. Mas outros só serão necessários caracterizar no caso de intervenções médicas complexas, que incluem transplantes de órgãos ou novas terapêuticas contra o cancro, o que felizmente é raro. 


Acresce a isto que a transmissão genética dos grupos sanguíneos também é baralhada por fenómenos como mutações, formação de quimeras sanguíneas, penetrância incompleta, compensação ou recombinação genética. 


Isto faz com que seja possível, ao contrário do que aprendemos no secundário, que um pai do grupo O possa ter um filho AB ou que um pai e uma mãe com o grupo O tenham filhos de grupos A, B ou AB, ou ainda, para complicar mais um pouco, que um pai AB e uma mãe A possam ter um bebé do grupo O. 


Não querendo baralhar muito, mas uma vez que a leitora é bióloga, vou tentar explicar estes três casos muito resumidamente. Para isso, precisamos de rever três conceitos básicos em genética:


1º - cada um de nós tem duas cópias de cada um dos nossos genes - uma que recebemos da mãe e outra que recebemos do pai;
2º - estas cópias, apesar de pertencerem ao mesmo gene, têm versões diferentes (alelos); 
3º - por vezes um alelo é dominante em relação ao outro.

Grosso modo podemos comparar os genes e alelos aos carros. A mesma marca e modelo de carro (gene) pode ter duas ou quatro portas (2 alelos diferentes). Os carros fazem exactamente a mesma coisa se tiverem duas ou quatro portas, mas são carros diferentes.


No caso do grupo sanguíneo ABO temos três tipos de alelos: A, B e O, sendo o A e o B dominantes em relação ao O mas não entre si. Daqui resulta que podemos ter quatro tipos de grupos sanguíneos: grupo A (se tivermos os alelos A/A ou A/O), grupo B (se tivermos os alelos B/B ou B/O), o grupo O (alelos O/O) ou o grupo AB (alelos A/B).


Retomamos as excepções de que falei acima.


O primeiro caso pode ocorrer em várias situações: existe um tipo de sangue raro - Bombaim - em que os indivíduos podem ter os genes A ou B mas no teste de determinação do grupo (que só detecta a presença da proteína A ou B e não o gene) aparecem sempre como O (falsos O). Isto porque os portadores deste grupo sanguíneo não têm uma proteína (H) que se transforma nas proteínas A e B através da acção das proteínas produzidas pelos genes A e B.


Imaginemos que os genes são uma receita de culinária e as proteínas o alimento cozinhado que resulta da receita. Os genes (ex. A e B) até podem ter uma receita absolutamente deliciosa, mas se não têm os ingredientes certos disponíveis (ex. proteína H) nunca farão os cozinhados desejados (ex. proteínas A e B que serão testadas para determinar o grupo sanguíneo).


O primeiro caso também pode ser explicado pela existência de subtipos raros do gene A (Ax ou Am) ou pela existência de uma quimera sanguínea (algumas pessoas têm mais do que um grupo sanguíneo ABO ao mesmo tempo - são AB mas geneticamente são do grupo A e do grupo B - resultado da partilha in utero de células estaminais entre dois gémeos não idênticos).


O segundo exemplo pode explicar-se pela ocorrência de mutações (alterações no DNA) ao longo da vida de um ser humano. Estima-se que no dia em que nasce, um ser humano já seja portador em média de 100 novas mutações. E aqui entram os agentes mutagénicos de que tanto se fala: agentes físicos (radiação ionizante e raios UVC e UVB), químicos (substâncias cancerígenas como os hidrocarbonetos presentes no fumo do tabaco e radicais livres) e biológicos (vírus e bactérias). As mutações alteram a receita (gene) culinária e portanto o cozinhado obtido (proteína) vai ser diferente do previsto.


O terceiro exemplo pode explicar-se pela existência de um raro alelo (cópia) do gene do grupo sanguíneo ABO (cis-AB) que ocorre em alguns asiáticos ou japoneses. Neste caso, além dos clássicos alelos A, B e O temos também um cis-AB. Admitindo que nesses casos um dos alelos é sempre o cis-AB, qualquer que seja o outro alelo (A, B ou O), o grupo sanguíneo será sempre AB (porque o teste detecta a presença das proteínas A e B). Se imaginarmos o caso de um pai cis-AB/O e uma mãe A/O temos 25% de probabilidades de terem um filho O/O e portanto do grupo O.


Portanto, a genética básica com que estamos familiarizados funciona na maior parte dos casos, mas não em todos. O melhor é, antes de desatar a renegar pais e filhos, baseado em conceitos básicos de hereditariedade, consultar um geneticista. E, afinal, até parece que isso não acontece assim tão raramente. O caro esposo que frequenta este blogue é o primeiro a fazê-lo.



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publicado às 07:54


Notícia #2

por João Miguel Tavares, em 18.04.13
Para quem quiser passar ali pelos lados de Campo de Ourique no próximo sábado, pelas 15 horas, eu vou estar a contar as minhas histórias na Livraria Ler. A livraria fica no princípio da rua Almeida e Sousa, mesmo ao pé do Jardim da Parada. E segundo parece, a minha obra já tomou conta da montra quase toda, com direito a poster e tudo. É muita generosidade.


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publicado às 16:40




Os livros do pai


Onde o pai fala de assuntos sérios



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