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As queixas de Sara Naomi Lewkowicz

por João Miguel Tavares, em 19.02.14

Ontem à tarde, por causa deste muito popular post, fui contactado por email pela autora das fotos, Sara Naomi Lewkowicz, dizendo-me que eu não lhe tinha pedido autorização para a utilização das imagens do seu trabalho no Pais de Quatro. É verdade.

 

O senhor Google funciona para os dois lados: tanto dá para descobrir como para se ser descoberto, e Lewkowicz entende que tem direito a ser remunerada pela publicação do seu trabalho, e que a divulgação das suas fotos num blogue como o meu acaba por provocar o desinteresse das revistas e jornais portugueses que pudessem estar hipoteticamente interessados em publicar a sua reportagem, e a pagarem-lhe por isso.

 

Acrescentou ainda que tem dezenas de milhares de dólares em dívida da sua bolsa universitária, que tem de pagar o seu próprio seguro de saúde por não ter empregador (só estou a divulgar esta parte para nos sentirmos mais felizes por vivermos em Portugal), e que a vida de um fotógrafo freelancer é muito difícil. Disse-me ainda que o meu blogue tinha publicidade, e que portanto eu, ao contrário dela, estava a ser remunerado. Visto dessa perspectiva, também é verdade.

 

Sendo esta a posição da autora das fotos (que, como se pode ver por este texto, anda a lutar contra a "viralização" do seu trabalho há mais de um ano), eu evidentemente retirei-as do blogue, deixando apenas uma, com a sua autorização, e colocando links para um dos locais onde o seu trabalho pode ser (parcialmente) visto.

 

De qualquer forma, esta posição de Sara Naomi Lewkowicz merece algumas reflexões adicionais - uma de carácter particular, outra mais geral.

 

A particular tem a ver com a própria natureza deste trabalho. Como está explicado no blogue, Lewkowicz foi acidentalmente testemunha de um acto de violência doméstica. A sua propagação viral tem a ver com essa força testemunhal, de denúncia de uma situação que se passa sempre no escuro, e muitas vezes de difícil prova.

 

Querer transformar essas fotos numa mercadoria como qualquer outra, como se tivesse tirado fotos da vaga de frio e esquecido a importância da tal denúncia, levanta-me dúvidas existenciais. Mas se Lewkowicz olhar para o Pais de Quatro exclusivamente como um blogue para ganhar dinheiro, o seu raciocínio não deixa de fazer sentido: só ontem nós tivemos 22 908 page views, um resultado que entra no nosso top 5, perto do dobro dos números habituais. Tal deve-se, sem dúvida, àquele post, baseado no seu trabalho. Portanto, numa perspectiva estritamente capitalista, ela pode dizer que eu ganhei dinheiro com a violência doméstica. Eu quero acreditar que não foi isso que fiz.

 

A reflexão mais geral tem a ver com a própria natureza dos blogues. Ou seja, é praticamente impossível levar a sério a questão do copyright, a não ser que se faça um blogue sem imagens. Dizer o contrário disto é pura hipocrisia. Dizer que então há que pagar é lirismo - não haveria blogue que aguentasse. Ou se encara que um post como aquele que eu fiz serve como promoção do trabalho de Lewkowicz, que assim pode chegar a mais gente e aos próprios jornais (algumas histórias aparecidas no Pais de Quatro já foram posteriormente reproduzidas na imprensa), ou então a alternativa é o silêncio. Não há meio termo.

 

A net veio, de facto, mudar tudo, e não são só os fotógrafos que sofrem. Os meus textos são frequentemente reproduzidos, sem qualquer autorização, na net. Não me passa pela cabeça vir a ser pago por isso. Tudo o que cai no mundo digital é descontroladamente absorvido, e não vejo qualquer forma de tal vir a ser alterado. São as regras do jogo. Portanto, aqui no Pais de Quatro continuaremos, sempre que se justificar, a roubar da melhor forma que sabemos - ou seja, indicando religiosamente, sempre que possível, os autores das imagens e remetendo para os links do seu trabalho. Não nos escondemos. Se eles depois desautorizarem, apagaremos.

 

É a forma mais bonita de proceder? Admito que não. Mas faço questão de ser claro nas minhas intenções, porque não vejo outra forma possível de agir dentro de um blogue como este. Se alguém tiver alternativas praticáveis para que coisas como esta não aconteçam, mande daí as suas ideias, por favor. Eu sou todo ouvidos. 

 

Sara Naomi Lewkowicz

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publicado às 09:50


30 comentários

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De Andrea Abreu a 20.02.2014 às 15:14

Se eu fosse, imaginem, designer de interiores, e quisesse divulgar o meu trabalho (porque só divulgando é que crio uma rede de possíveis compradores), como é que eu o faria?
Repetindo a formula de tantos outros, que alcançaram o sucesso, independentemente da importância ou visibilidade das suas atividades, eu começaria por fazer alguns trabalhos de forma gratuita, e publicaria no maior número de sítios, que me fosse permitido. Inclusive, ficaria a rezar, para que alguns blogues, o vissem e o multiplicassem.
O resultado (provável), se o meu trabalho fosse interessante seria que ele começasse a ser copiado. Mas isso abriria, finalmente a porta a que outras pessoas me contratassem para novos projetos. E aqui, começaria a ganhar dinheiro.
Isto aplica-se a este exemplo, aos Biebers desta vida, e mesmo aos escritores e fotógrafos.
Os autores têm de perceber, que a Net é um espaço difícil de controlar. Então em vez de "andarem a bater no ceguinho", aprendam a tirar partido dele. Usem os vossos trabalhos como um currículo vitae, como publicidade gratuita. E depois, cobrem pelos novos trabalhos. Claro que depois á o medo de não voltar a inspiração, ou ter de trabalhar mais.
E todos, temos o sonho de viver á "sombra da bananeira", que é como quem diz deixar os rendimentos aparecer sem ter de se esforçar.
No caso desta fotografa, parece-me que ela é muito nova. E, por isso ainda não percebeu, que se não aproveitar esta publicidade gratuita, para novos trabalhos, o mais provável é que tenha de pagar (e bem), para conseguir divulgar o seu trabalho. Tem de aprender a ter FÉ, de que as suas capacidades vão ser capazes de multiplicar o milagre, que foram estas fotos.
Esta é apenas a minha opinião.
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De JCM a 20.02.2014 às 16:59

Eu percebo que não é fácil entender conceitos como propriedade intelectual, e como estes se cruzam com princípios de utilização justa de imagens de outros, e utilização dessas imagens para proveitos comerciais próprios.

Mas alegar que o outro, que ainda por cima é "novinho", deve ficar contente é "pela exposição" (e ter "fé"...), enquanto outros ganham dinheiro à custa do trabalho deles (sem que estes vejam um chavo), é um bom indicador do tipo de mentalidades que temos a gerir e empregar pessoas nos sectores criativos em Portugal.
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De VascoB. a 20.02.2014 às 17:42

Infelizmente não é só nesse sector. É a mentalidade do "devias dar-te por feliz por trabalhares connosco". É a mentalidade da Praxe: hoje estás por baixo para amanhã seres tu a praxar... e depois já podes viver à sombra da bananeira. Uma correção: nem todos sonhamos viver à sombra dessa bananeira, felizmente.
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De Andrea Abreu a 20.02.2014 às 21:52

Publicar, significa segundo alguns dicionários tornar público, tornar notório, divulgar, espalhar. Não fui eu que inventei.
Eu, dei uma opinião, baseada só e apenas naquilo que observo. Não tenho qualquer tipo de influência em nenhum tipo de mercado, e esclareço que não sou minimamente a favor de nenhuma aplicação do verbo roubar.
Como, percebo que o sentido que quis dar ao texto, ficou aquém do objetivo (um dos problemas de publicar, é que as coisas passam ao património público e cada um dá-lhe um sentido, talvez por isso se diz que a verdade tem 3 versões), vou tentar dar outro ângulo da minha visão:
Tenho ao longo da minha vida, que quero acreditar ainda se encontrar no clube das "novinhas", percebido que os objetivos são um pouco como as sementes do agricultor: Hoje semeia, espera com Fé (no sentido de acreditar e não no religioso) que os elementos (a terra, as condições meteorológicas, ...) o ajudem/colaborem, para depois colher. Com fartura, de preferência. Mas o agricultor, não está á espera que a mesma colheita lhe dê para sempre. Sabe que um dia terá de voltar a semear,...
Vejamos outro caso. A maioria dos nossos estudantes (tirando alguns mais sortudos), acaba os seus cursos em estágios não renumerados. Verdade? E neste caso, têm de ter Fé, que aquele empregador além de lhes dar ferramentas, para prosperarem, também lhes sirva de referência para trabalhos futuros. Correto?
É o mesmo principio: dar/semear para depois colher.
Não sei se é um problema de mentalidade. Ouvi um dia o Pedro Abrunhosa, contar que antes de se dedicar á "sua música", estudou todos os clássicos, e rematava a dizer que antes de mudar o sistema, há que o conhecer profundamente. Eu pessoalmente concordo com ele.
Não conheço o mundo dos direitos de autor, tão profundamente, que possa fazer mais do que emitir uma opinião. E esta é a minha opinião: se alguém quer enriquecer o património cultural (que quero acreditar é de todos) deve ser ressarcido por isso. Mas ao por os pés na estrada deve preparar-se e tentar conhece-la. E a estrada dos artistas vive de publicações de tornar público, de espalhar,... Como quando temos um filho, que preparamos com muito amor, angústia, felicidade, medo, cansaço,... e um dia tem de seguir o seu caminho. Deu trabalho e não deixa de ser o nosso filho, mas já não está sob o nosso controle, ganhou asas e foi cumprir com a sua função: viver a própria vida.
Por isso digo que os artistas (ou qualquer outro profissional), sim devem saber promover-se e principalmente inovar, para criar interesse nos que lhe podem e querem pagar e não devem ficar á espera que a mesma sementeira lhes renda a vida toda.
Eu sou fã de um conto que se chama: " O tesouro de Bresa". A história de um alfaiate, que conquista o seu sonho, percorrendo um caminho improvável. Se ele se limita-se a viver só com a primeira semente, não teria percorrido os caminhos que percorreu, não teria vivido metade da vida que viveu (trata-se de um conto).
Já agora, falando de direitos de autor: Quanto é que pagamos ao inventor do fogo? E quanto é que recebem os herdeiros do inventor da roda? São duas invenções que ainda hoje usamos, e pagamos aos seus autores o merecido pelo sua criatividade? Por isso, não creio que seja um problema de mentalidade de hoje, e sim um problema inerente ao fato de a criatividade ser necessária á nossa sobrevivência e por isso ter de ser partilhada. Aos que conseguem ser suficientes criativos para se adaptar ao sistema e com isso lucrar, os meus parabéns. Aos outros, creio que a má noticia é que o mais provável, é perecerem pelo caminho.
Apenas a minha opinião, sem nenhuma estatística ou estudo que a fundamente.
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De Spinelli a 20.02.2014 às 12:31

Está tudo muito certo e, sem pretender tirar a razão a ninguém, ambos têm razão. O João pode ter tido a melhor das intenções ao divulgar este caso de violência doméstica, mas também é verdade que se não tivesse feito o post muitas pessoas não teriam sabido do caso. Dessa forma está a promover o trabalho da Sara, com o qual ela lucra.

Ainda assim, apesar de todos os contratempos, ainda bem que divulgou o caso no seu blog. Nunca é demais conhecer estes casos.

Como blogger, passarei a ter mais cuidado em algumas publicações (apesar de raramente retirar informação de outros locais, nunca se sabe!)

Sofia,
deliciasalareira.blogspot.pt
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De Paulo Artur a 20.02.2014 às 12:27

Caro João,

Como muito bem diz, a senhora tem razão até porque a coisa parece encenada e, portanto, “paga”.
Há duas ou três coisas que não percebo e para as quais não encontro explicação em lado algum. No meio de tanta violência gratuita, quantos tabefes levou a autora das fotografias? Quanto tempo passou com aquela “família” para conseguir o resultado final? Qual foi a forma de convencer aquela “família” a deixar-se fotografar? Sem querer por em causa o trabalho e muito menos a ideia que lhe está subjacente, ou o mundo está pior do que eu julgo ou tudo isto é apenas mais um “estudo americano”, uma peça montada com laivos de realidade para cumprir objectivos gratos ao povo. Mas devo ser eu que já não consigo acompanhar estes tempos…

PS (post-scriptum, nada de confusões.) Roubar? Da Internet? Pois! Mais ou menos como deixar as chaves do Lamborghini em cima de uma mesa de um café do Rossio (no de Lisboa, porque Rossios há muitos, alguns com plátanos e onde jamais tal aconteceria porque aqui não há Lamborghinis ou então ainda ninguém deixou lá as chaves) com um cartaz a dizer “Estas são as chaves daquele carro amarelo que está ali estacionado e que é meu mas onde ninguém pode dar uma voltinha”. Esta mania de que somos todos originalmente cheirosos é fantástica.
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De VascoB. a 20.02.2014 às 11:27

Olá viva,

antes de mais tenho de dizer que há aqui um pequeníssimo choque cultural, uma vez que nos EUA tudo se paga, talvez pela selva social com que se pautam. Repare que não havendo a rede social a que estamos habituados, a sobrevivência básica é algo muito mais presente no dia a dia. Ganhar o próximo dólar é quase como respirar.

Posto isto, o tema da propriedade intelectual é vasto, já ouvi palestas sobre ele com pessoas do Direito e com isso percebi que não posso aqui opinar com grande à vontade.

Posso partilhar no entanto algumas preocupações semelhantes, noutro ramo de actividade, e assim, abrindo a discussão, talvez se compreenda melhor esta diferença de "temperamento" entre eles (americanos) e nós.
Durante um curto período de tempo fui investigador cientifico e tive alguma dificuldade em compreender o que era "público" ou privado no campo do saber e dos avanços científicos. A maioria das leis da ciência podem de facto ser citadas e transcritas sem atribuição de créditos, no entanto à medida que os avanços vão sendo mais recentes necessitam ser creditados e muitas vezes, pasme-se, nem sequer temos acesso a eles. Aqui entra a diferença entre o Cientista Americano que ganha dinheiro (e pode ficar rico!) quando patenteia uma invenção, e o pacato bolseiro português, bacano, cuja romântica visão da ciência pelo conhecimento obriga a trabalhar sem objectivo outro que não seja a erudição. (nota: a maioria das vezes nem pode patentear uma invenção, vive de bolsas logo nem IRS faz, nem um empréstimo pode fazer...)
É obvio que a produção cientifica deles é muito maior que a nossa, que nem compreendo como é tão grande, afinal tanto dá, ganha-se o mesmo trabalhando ou não.
Penso que isto permite mostrar como por vezes a selva deles pode ser produtiva (apesar de eu defender o nosso canto, com rede social). A senhora fotógrafa estava a ser apenas profissional e está tão ou mais estupefacto que nós pela diferença de comportamento.

Deixo-lhe um link sobre o assunto, sobre um jovem que deu a vida por toda esta liberdade na rede, o acesso ao conhecimento, não deixe de ler:

http://super.abril.com.br/tecnologia/martir-internet-743051.shtml

http://en.wikipedia.org/wiki/Aaron_Swartz
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De Carteirista a 20.02.2014 às 10:29

Depois do que acabo de ler, fico com receio de cruzar-me consigo.

Imagine esta situação;

Alguém, a quem furtaram a carteira passa por si e no seu pleno direito faz o mesmo. Evidente que você jamais ficaria chocado pois a conjuntura actual justifica a acção. São as circunstâncias da vida e a casualidade do momento. Até porque, antes de você ser furtado, alguém em pleno direito fez o mesmo ao anterior, logo, segundo a sua lógica, se alguém é furtado, pode então furtar outro e por ai em diante. A acontecer isto, se me encontrar consigo na rua, a primeira coisa que tenho de fazer é levantar os braços e deixar que me rapine, não vá um furto transformar-se em roubo.

Ganhe juízo Homem!!
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De Anabela Aguiar a 19.02.2014 às 20:10

concordo plenamente com a posição da autora das fotos, o João certamente também não gostaria que o seu livro fosse disseminado pela net, pois não? E há sempre maneira de procurar imagens livres de direitos autorais (a pesquisa avançado do google tem essa possibilidade, pode também recorrer às imagens registadas com a licença Creative Commons no Flickr, onde estão devidamente explanados os usos permitidos para aquela imagem). Penso que a posição que toma é até leviana, já que é remunerado pelo seu blogue!
Como professora todos os anos explico aos alunos a questão dos direitos de autor e tento lutar contra a moda do copy/ paste (disponível para visualização, não significa disponível para apropriação, e parece-me grave que alguém que demonstra ter uma audiência tão grande, não adote uma postura mais responsável em relação à obra intelectual!
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De Anónimo a 19.02.2014 às 19:58

Só digo que nunca teria ouvido o trabalho desta senhora, se não tivesse havido um post sobre isso….
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De Rui a 19.02.2014 às 15:14

Boa tarde

Interessante paradigma se colocou aqui e que e sem dúvida uma das questões mais pertinentes no que diz respeito aos direitos de autor.
Como é claro, os direitos são dela mas a partir do momento que os larga na "net" quase que os perde. Assumo eu que foi ela que divulgou as fotos e sendo assim ela própria já sabia ao que ia.
Se foi outro entramos noutro campo....
Acho tb que talvez a abordagem dela não tenha sido a melhor, visto esta na presença de um jornalista e quiçá "aproveitar-se" desse factor e "vender" a sua história aos media portugueses com a ajuda do JMT.
Penso que o seu pedido é perfeitamente válido e até serve para aguçar o apetite, uma espécie de teaser para mostrar o seu trabalho e arranjar outras formas de o "vender".

O youtube por exemplo é um belo destruidor de "Cospeerite", basta ler as condições de publicação.

Abraço
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De Nuno Neves a 19.02.2014 às 11:51

Bom Dia, interessante questão a dos direitos de autor numa altura em que a internet toma conta de tudo. Pessoalmente concordo com a posição da Sara (dispenso as formalidades). O trabalho de autor deve ser respeitado e tal não colide quando se publica uma imagem a titulo de exemplo e se identifica a fonte. Agora publicar a sequência de fotos na totalidade (ou quase) que foi o trabalho premiado considero equivalente a publicar por exemplo um livro ao invés de um pequeno trecho. Suponhamos que eu queria falar do livro Uma Baleia no Quarto no meu blogue (nota pessoal: gosto bastante do livro). A forma de divulgação seria utilizar uma ou duas imagens para ilustrar o texto em vez de publicar todas as páginas, pelo que o mesmo principio se aplica a tudo, inclusive ao trabalho da Sara.
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De Rui Ribeiro a 19.02.2014 às 23:55

Nuno a diferença está em o Nuno publicar o livro na internet, ou o João Miguel Tavares fazê-lo e você "transportar" o mesmo para o seu espaço virtual, são coisas distintas.

É crime a cópia, assim como a reprodução não autorizada de conteúdos que não são nossos, mas se forem nossos estamos à vontade!

Ao que percebi a freelancer tem o trabalho exposto na internet, e a partir do momento em que o expôs (se foi ela própria a fazê-lo) automaticamente o torna público e de acesso total por parte de qualquer utilizador.

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De Joana a 19.02.2014 às 11:47

22.908 visualizações em 24 horas?! E eu que passei o dia de ontem a gabar o facto de o meu blog ter atingido as 20.000 visualizações... num ano :-(
Inveja à parte, peço-lhe que continue a 'roubar' imagens interessantes que encontre neste mar de informação que é a world wide web. Nós agradecemos.

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