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13 anos de casados

por João Miguel Tavares, em 14.04.15

Foi ontem. Com direito a chocolate.

 

fotografia (1).JPG

 

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publicado às 21:59


Mimos às dúzias

por Teresa Mendonça, em 15.04.14

Ok. Não há desculpa para esta ausência tão prolongada (mas alguém tem que tomar conta dos quatro!), nem para não trazer para aqui os mimos que recebi no dia dos nossos 12 anos de casados.

 

O papá resolveu dar uma de hippie e presenteou-me com quatro pulseiras ecofriendly, criadas com "energia positiva", cada uma com a inicial dos nossos rebentos.

 

 

Os miúdos também se lembraram de nós. A Carolina, Tomás, Gui e Ritinha encheram-nos de flores campestres que apanharam numa das suas expedições pela Natureza e prepararam-nos (ideia do Gui) um banquete soberbo para seis. A Ritinha foi quem mais apreciou o repasto plastificado.

 

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publicado às 07:54


E vão 12

por João Miguel Tavares, em 13.04.14

O meu casamento com a excelentíssima esposa chegou hoje à dúzia de anos. Tivemos direito a um belíssimo cesto de flores logo pela manhã (cortesia da minha mamã)...

 

 

...e eu tive direito a um chocolate da Arcádia em forma de coração (cortesia da Teresa).

 

 

A Teresa também tive direito a prenda minha, mas se ela quiser contar o que foi, que apareça cá pelo blogue, se ainda se lembrar do caminho. De preferência, antes das bodas de prata.

 

E já agora, que venham outros tantos. Ainda não me aborreci das rotinas, ainda não me cansei das surpresas.

 

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publicado às 22:09


As 15 piores fotos de casamento de sempre #2

por João Miguel Tavares, em 28.11.13

O prometido é devido, e aqui estão as últimas oito fotos da nossa magnífica série "As 15 piores fotos de casamento de sempre". Para quem gosta destas coisas, as fotos #15 a #9 podem ser encontradas (ou revistas) aqui.

 

#8: Bom, e começamos por esta inclinação comprometedora do noivo por cima da noiva. Um acto duplamente falhado, não só por o casal não se ter apercebido das segundas (ou mesmo primeiras) leituras daquela pose, como pelo o ar absolutamente entediado tanto de um como do outro.


 

#7: Se a foto anterior tem uma inclinação comprometedora, o que dizer da mão do noivo no rabo da senhora errada? Não sei como estará este casamento hoje em dia, mas assim de repente, não dou muito por ele. Chamem-me pessimista.

 


#6: Bom, destes dois não se pode dizer que não estejam com um ar apaixonado, mas morder as alianças serve para quê? Para verificar que o ouro é mesmo verdadeiro?

 

 

#5: Aqui só me resta dar um conselho cinematográfico: convém sempre ter muito cuidado com o segundo plano.

 

 

#4: E se é preciso ter cuidado com o segundo plano, convém ainda ter mais cuidado com o primeiro plano.

 


#3: Mais um clássico da fotomontagem, quase ao nível do Photoshop russo, mas numa época que tudo indica ser anterior ao Photoshop. É caso para dizer: a minha mulher não me sai da cabeça.

 

 

#2: Eh pá, não sei sinceramente o que diga sobre o decote da noiva. Aquilo é mesmo verdadeiro?

 

 

#1: Sim, é mesmo verdadeiro. Mas, por favor, não se fixem só no decote (eu sei que é difícil): tudo nesta foto é bom, dos noivos aos balões, passando pelas garrafas de champanhe com véu e fraque. Não poderia ser outra a foto vencedora, até porque os noivos parecem genuinamente felizes, e este blogue orgulha-se de promover o amor.

 

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publicado às 10:33


As 15 piores fotos de casamento de sempre #1

por João Miguel Tavares, em 27.11.13

Após o sucesso dos meus posts sobre a arte de fotografar noivados (aqui, aqui e aqui) e do meu post sobre a arte de fotografar matrimónios na Rússia, eis que chega o tão aguardado momento de escolher as 15 piores fotos de casamento de todos os tempos (no sentido de extremamente divertidas), após uma vasta pesquisa na net, que durou para aí 30 minutos.

 

Esta tarde publico a primeira parte, com sete fotografias, amanhã de manhã publicarei as restantes oito - e isto por ordem crescente (na minha modesta opinião, mas podem discordar) de qualidade jocosa. Aqui vai:

 

#15: Quero começar por dedicar a primeira foto a todos os apreciadores de cortinados, que neste blogue parecem tantos (mas, sobretudo, tantas). Vejam como é lindo.

 

 

#14: Mas como uma única foto não chega bem para demonstrar a beleza de um reposteiro, aqui fica uma segunda, onde nem a menina das alianças escapa.

 

 

#13: Aqui está uma raridade, que deveria ser dada nos cursos de Química: uma noiva em processo de liquefação. Interessantíssimo, ainda que possa ser chato para o marido, já que a menina parece um pouco mortiça.

 

 

#12: Quem é que já estava com saudades de uma boa caçadeira, quem era? 

 

 

#11: Apresento aqui a primeira concorrente à categoria "Os piores decotes num vestido de noiva desde que o casamento foi inventado".

 

 

#10: Ah, adoro esta. A noiva coloca a mãozinha a jeito para a clássica fotografia "Noiva com Ramo de Flores a Olhar para Fora da Janela do Quarto", e o pobre jardineiro apanha por tabela.

 

 

#9: Casamento paradisíaco na praia, com gente não-convidada a passar embaraçosamente em fundo.

 

 

E pronto, amanhã há mais.

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publicado às 14:38

Após a minha sequência de posts sobre as piores fotos de noivados de todos os tempos, houve quem me desafiasse a reunir agora as piores fotos de casamentos. Achei que era uma óptima ideia e andei pela net à procura de grandes exemplares da foleirice matrimonial. E nesse campo, felizmente, o que não falta é oferta.

 

Mas antes de tudo o resto, e porque foi uma das minhas mais surpreendentes descobertas dos últimos tempos, gostava de arrancar com um especial "Rússia, o Casamento e a duvidosa utilização do Photoshop". Ora apreciem estas maravilhas vindas do frio:

 

1. A Tentadora

 

2. O Anjo e o Frankenstein

 

3. Na palminha das mãos 1

 

4. Na palminha das mãos 2

 

5. Ataque de Salto Alto e Chuva de Corações

 

6. Senhora das Águas 

 

7. Tchim-Tchim

 

8. Debaixo do Salto Alto

 

9. Nossa Senhora dos Matrimónios

 

10. Querida, Encolhi o Marido

 

 

 

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publicado às 09:47


A cotação do amor

por João Miguel Tavares, em 04.11.13

O Público deu este domingo a notícia de que se registou um decréscimo do número de divórcios de 2011 para 2012 e um aumento do tempo que as pessoas ficam casadas. No caso da duração dos casamentos, estamos a falar de dados entre 2007 e 2012, e portanto de uma tendência, que é esta: a duração média de um casamento à data do divórcio passou de 14,3 para 15,7 anos.

 

É curiosa a forma como a notícia foi enquadrada pelo jornal e pela peça televisiva a que assisti à noite: o tempo de casamento aumenta pela simples razão de que as pessoas não têm dinheiro para se divorciar. Cito a notícia do Público:

 

A experiência de Ricardo Candeias, advogado que coordena o sitedivorcios.net, diz-lhe que o número de pedidos de divórcio desce até quando o país começa a discutir o Orçamento do Estado. Parece-lhe que os cônjuges desavindos lêem ou ouvem falar nas medidas previstas, começam a fazer as contas, ficam apreensivos, controlam o impulso para fazer as malas.


É certamente uma maneira de ver as coisas, e é bem capaz de ser a mais provável. Mas eu, talvez por ser optimista e ligeiramente romântico, gostaria que tivesse sido pelo menos colocada uma outra hipótese - a de que a crise nos obriga a procurar refúgio junto do núcleo fundamental das nossas vidas e a valorizar aquilo que temos de mais importante. Em vez de se supor imediatamente que as pessoas só não se divorciam porque não têm dinheiro, que alguém admita, se faz favor, a hipótese de a cotação do amor estar a subir enquanto o rating do país continua a descer. 

 

É que esta é uma hipótese que sempre senti como muito plausível em alturas de crise profissional e dificuldades económicas. Nos momentos mais complicados das nossas vidas não é nos corredores dos centros comerciais que procuramos conforto (enfim, há quem procure, mas não me parece um sintoma particularmente saudável), mas sim junto daqueles que nos estão mais próximos. Não estou aqui a defender - atenção - que o dinheiro não é importante nas nossas vidas. Claro que faz imensa falta, e se não fizesse o Mali era o país mais feliz do mundo. Mas também é verdade que quando estamos demasiado entretidos a estoirá-lo tendemos a esquecer que a felicidade, de facto, não se compra - basta olhar para Hollywood, para o buraco na cabeça de Kurt Cobain ou para Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho.

 

O discurso da crise como uma vantagem para encontramos o essencial das nossas vidas é bastante perigoso, na medida em que somos facilmente caricaturados e acusados de situacionistas. Género: "Eh pá, então se calhar estes cortes todos nos salários até são bons!" Claro que não são bons. Claro que são maus. Claro que há pessoas que estão a sofrer muito e que menos dinheiro nos nossos bolsos significa menos dinheiro para fazer o que queremos. Ou seja, a crise tira-nos liberdade - e para um liberal, como eu, isso nunca pode ser considerado positivo per si.

 

Mas a crise também abana as nossas vidas. Mexe connosco. Obriga-nos a mudar o foco. E, nesse sentido, faz de nós pessoas mais atentas. Quando o mundo é virado do avesso, há desde logo o terrível perigo de partirmos o pescoço. Mas quando estamos de pernas para o ar também temos oportunidade para olhar para as coisas de uma outra maneira. Sendo péssimo para a carteira, pode sempre ser uma forma de darmos mais valor àquilo que o dinheiro não pode comprar - e que é, sem falsos moralismos, realmente o que de mais precioso temos na vida.

 

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publicado às 09:55



Os livros do pai


Onde o pai fala de assuntos sérios



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