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Gato regressa a casa 13 anos depois

por João Miguel Tavares, em 19.06.14

Agora que estou decidido a não ter um cão, acho que vou começar a montar uma campanha pró-gato neste blogue (anteriores episódios aqui e aqui), só por prudência. Não é que eu queira ter um gato, atenção, mas pode ser politicamente avisado, caso se torne necessário encontrar uma solução de compromisso, procurar alternativas no panorama dos animais domésticos.

 

Esta história ocorrida na Austrália é deveras impressionante, e é mais um golo dos gatos no campeonato felino-canino: um impressionante gato, desaparecido em 2001, regressou a casa 13 anos depois, em desgraçadíssimo estado (mas vivo). O bicho chama-se Shelby, e a história é muito bem contada nesta reportagem de uma televisão australiana. Ora vejam:

 

 

 

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publicado às 09:47


O gato é herói mundial. O cão foi abatido

por João Miguel Tavares, em 03.06.14

 

O Público fez ontem um follow up da incrível história da gata que se atirou a um cão para salvar uma criança que estava a ser mordida. Eu já tinha falado disso aqui e o novo texto do Público pode ser lido aqui. O miúdo acabou com dez pontos numa perna; a gata Tara tornou-se, à boa maneira americana, em heroína nacional e até já tem uma página no Facebook; mas a história acabou realmente mal para o cão Scrappy, o das dentadas: foi abatido.

 

A decisão causou grande polémica entre os defensores dos direitos dos animais, que defendiam que o cão poderia ser recuperado. Segundo um elemento do abrigo onde o cão foi colocado sob vigilância durante dez dias, a sua agressividade não diminuiu e ele tentou por duas vezes morder funcionários. Foi o dono de Scrappy que ordenou o seu abate. 

 

 

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publicado às 10:45

Quem visita regularmente o Pais de Quatro conhece com certeza o meu dilema canino-doméstico, que só vem aumentando à medida que se aproxima o Natal (já ando com suores frios) e a semi-promessa de um cão para a família.

 

Toda a gente cá em casa gosta mais de cães do que de gatos, mas muito por causa da publicidade que durante vários anos a minha amiga Ana Dias Ferreira foi fazendo aos seus bichos, eu fui começando a pensar com os meus botões se um gato não seria melhor opção cá para casa. Dá muito menos trabalho e é muito mais independente - tudo aquilo que eu preciso.

 

Além disso, a famosa história de que "gato não conhece o dono e só gosta de quem lhe dá de comer" sempre me pareceu uma bela treta. E agora, depois disto,

 

 

há que dizer que não é apenas treta - é uma mentira descabelada. Que gato do camandro! Aquele cão era o quê? Um pitbull?

 

Acho que vou pôr este vídeo a correr em loop cá em casa, até todo o agregado familiar se afeiçoar à ideia. Gato não conhece o dono? Não brinquem comigo. Já começo a sonhar com garras, longas caudas e bigodes.

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publicado às 08:50



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