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Abaixo as divagações #1 - Os mosquitos

por João Miguel Tavares, em 09.06.14

E cá está o prometido post sobre mosquitos.

 

Reparem nesta imagem e tentem adivinhar o que é:

 

 

Isto é o ralo da banheira da minha casa de banho. E se trago esta imagem para aqui não é por achar que o Pais de Quatro tem de descer ao nível do ralo, mas por causa daqueles pontozinhos pretos que estão a boiar na pouca água que ficou retida por ali, após um banho da Rita.

 

Aquilo são mosquitos, e a nossa casa foi invadida por eles. A grande questão é: porquê? Será uma praga de 2014?

 

Ná. Eu diria que é mais por causa disto:

 

 

Lembram-se? É bué giro ter uma horta na cozinha, não é? O problema é que, quando se traz a natureza para dentro de casa, não dá para vir só o reino vegetal. O reino animal, e muito em particular o principado dos insectos, vem logo atrás.

 

Agora temos cá por casa, além de hortelã e pés de tomate a crescerem em direcção ao tecto, sete batalhões de mosquitos, ou de mini-moscas, ou que raio é aquilo, a espalharem as suas asinhas por todo o lado e a suicidarem-se na minha banheira. Banheira essa que - assinale-se - está a léguas da cozinha. É preciso um verdadeiro rally para chegar de um lado ao outro. Portanto, para ter 11 mosquitos suicidados em 10 mililitros de água, imaginem a quantidade de bicho psicopata que anda pela casa.

 

A horta vertical é muito linda, sim senhor. Deveria era vir acompanhada de um papelinho de contra-indicações.

 

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publicado às 10:00


O chá da horta

por Teresa Mendonça, em 16.05.14

E eis que a nossa horta começa a dar os seus primeiros frutos.

 

Eu adoro chá. Adoro o aroma, o sabor, a sensação de estar a consumir bioflavonóides que dão uma ajudinha às minhas artérias, o relaxamento que proporciona e a cafeína em meia-dose da do café que me ajuda a concentrar. Tento ter sempre vários chás em casa, mas eles teimam em acabar com grande rapidez, em especial o chá de jasmim, o meu preferido.

 

Este fim-de-semana, quando chegámos a casa, de regresso de Portalegre, apeteceu-nos tomar um chá com a nossa amiga Susana e... quando me preparava para abrir um dos saquinhos de ervas secas, dei-me conta de que tinha erva cidreira e hortelã na nossa horta, que fariam um chá muito mais caprichado.

 

 

Que prazer! Ainda que a quantidade de folhas não estivesse bem afinada, o chá (e a companhia) soube-me exactamente ao que está descrito no livro de Eclesiastes: "Comer, beber e gozar do fruto do seu trabalho é um dom de Deus."

 

Acho que os saquinhos de chá vão passar a ser enterrados na nossa casa.

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publicado às 11:03


Dar água às plantinhas

por Teresa Mendonça, em 14.05.14

Estou muito agradecida pelas fantásticas dicas sobre como conseguir manter variada e saudável a nossa horta vertical. Vou segui-las à risca.

 

Entretanto, a Rita já começou a dar uma ajuda. Há dias, ao pequeno-almoço, a Rita ouviu-nos falar na necessidade de dar água às plantinhas, e quando voltei a olhar para ela, estava assim:

 

 

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publicado às 07:37


A horta dos Mendonça Tavares

por Teresa Mendonça, em 13.05.14

Desde que mudámos para o Areeiro que eu tinha bem definido o projecto para a única parede livre na nossa cozinha. Quando dizia ao João que queria lá fazer uma horta, ele gozava comigo, mas como as nossas prioridades de investimento familiar passam pouco por mobiliário (ainda nem temos a sala mobilada, que funciona actualmente como um quintal onde se joga futebol, basquetebol e se anda de trotinete), acho que ele não percebia bem o que eu lhe queria dizer.

 

Já tinha investigado as alternativas disponíveis no mercado para aquele espaço e acabei por escolher a opção da Minigarden que, apesar de não ser propriamente barata (cada bloco de três peças e nove "vasos" custa 39,90 euros), merece o seu valor pela estética e pelo engenho.

 

Assim sendo, este ano resolvi mobilizar toda a família e aproveitar os meus presentes de aniversário para conseguir finalmente fazer a nossa horta vertical na cozinha. Entre a sustentação da horta e a colocação de terra e de plantinhas, toda a família participou no projecto. Agora, ela já está assim.

 

 

É um prazer acordar de manhã e chegar à cozinha, onde cheira a hortelã-lavanda, erva cidreira, poejo e a terra! Quase que me esqueço que não vivo no campo. A horta já faz parte integrante da casa e todos (hum... todos, menos o João) se preocupam em regá-la e em passar a mão pelas ervinhas para lhes tomar o cheiro.

 

Neste momento ainda não tenho todas as ervas que gostaria de ali ter plantadas, e já comecei a perceber, por exemplo, que a salva não morre de amores pelo microambiente da nossa cozinha (ou, por outra, morre - literalmente), mas, com paciência, lá chegarei.

 

Contudo, dado que ainda sou caloira neste campo das hortas verticais, alguém aí desse lado por acaso sabe como conseguir fazer sobreviver os tradicionais raminhos de salsa e coentros, que até hoje não quiseram nada comigo?

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publicado às 13:17



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