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O Gustavo #4

por Teresa Mendonça, em 15.11.13

Era expectável!... O meu excelentíssimo esposo tem que ter sempre a última palavra. 

 

Já toda a família conhece o seu jeito para escrever letras de canções e o Vasco Palmeirim só sobrevive porque ele nunca tornou públicos os seus dotes letristas. A versão que escreveu para o nosso primeiro-ministro (usando a mesma música que usou para o Gustavo) e para o ex-ministro Miguel Relvas foram um hit cá em casa e é pena que nunca as tenha mostrado aqui. 

 

Mas desta vez tinha que lhe responder, nem que fosse para respeitar a afinação do Paulo de Carvalho.

 

Aqui está ela...

 

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publicado às 08:32


O Gustavo #3

por João Miguel Tavares, em 13.11.13

Depois de a excelentíssima esposa se ter sentido um pouco incompreendida por causa dos meus comentários acerca do novo corte de cabelo da Rita, eu achei que devia fazer as pazes dedicando-lhe uma canção. Pedi ao Paulo de Carvalho que me ajudasse, e o resultado foi o que se segue. Espero que gostem, e que a Teresa me perdoe pela falta de sensibilidade. Nada como uma bonita música para uma linda reconciliação.

 

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publicado às 18:03


O Gustavo #2

por Teresa Mendonça, em 12.11.13

Isto de ter um marido que escreve a toda a hora (com um garfo na mão, a fazer o pino, a fazer equilibrismo, enquanto bate uma soneca) não é justo. Sobretudo quando se é uma mulher cujo trabalho não permite que se passeie pela net, e muito menos se faça um post ou se facebook qualquer coisa, durante o trabalho. A vantagem está sempre do lado dele - até porque também não é quando se chega a casa e os banhos, o jantar, os TPCs e a preparação do dia seguinte estão à nossa espera, que há tempo para responder a provocações do excelentíssimo esposo. A maior parte das vezes nem chega a haver tempo para o fazer antes de cair para o lado numa cama qualquer lá em casa.

 

Mas isto hoje foi de tal ordem que acabei de receber uma mensagem de conforto sobre o post do Gustavo. E resolvi ocupar a minha hora de almoço (a hipoglicemia costuma provocar irritabilidade, portanto logo à noite já tenho desculpa para o ajuste de contas) para responder...

 

É nisto que dá ceder às vontades do marido depois de nove anos a dizer "não". Desde que a Carolina nasceu que o João rabuja de cada vez que levo os miúdos ao cabeleireiro: porque é uma loucura o que se paga por cortar três fios de cabelo (e é!), porque não se corta tanto quanto se devia (cortar é sinónimo de rapar no dicionário joãomigueltavariano), porque só se devia perder tempo a cortar o cabelo dos miúdos uma vez por ano e não uma vez por estação do ano (quando se levam três miúdos a cortar o cabelo demora sempre algum tempo), porque eu é que devia cortar o cabelo aos miúdos para poupar tempo e dinheiro...

 

Exactamente porque já não conseguia ouvir mais o excelentíssimo esposo com este último argumento em relação à Rita, e uma vez que ela tem estado doente e eu não a queria meter num cabeleireiro, este fim-de-semana resolvi seguir as dicas de uma supermãe com quem estive há uma semana e cortei o cabelo à Rita. Resultado: claro que correu mal, visto que nunca frequentei a cadeira de auto-apipocanço e os meus dotes de mãos não incluem saber tratar de cabelos, unhas e pele. Com muita pena minha.

 

Mas daí a chamar Gustavo à minha Rita vai uma grande distância. Então uma menina já não pode ter o cabelo curto que começam logo a dizer que fez uma viagem suspeita à Suíça?

 

É pena que um homem tão cinéfilo como o meu marido não se aperceba das semelhanças com famosas figuras da Nouvelle Vague onde a cabeleireira amadora se inspirou.

 

Jean Seberg

 

Rita Mendonça Tavares (com conjuntivite a bordo)

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publicado às 13:51


O Gustavo

por João Miguel Tavares, em 12.11.13

Graças aos extraordinários dotes da minha excelentíssima esposa para o manejo da tesoura e à minha insistência para que cortasse o cabelo à Rita, agora tenho um filho novinho em folha cá em casa.

 

Esta era a minha antiga Rita, estou certo de que se lembram dela:

 

 

Aqui estou eu a despedir-me da Rita, comovido, antes da operação: "Boa sorte, minha querida!"

 

E este é o Gustavo:

Eu já estava habituado à Rita, mas o Gustavo não me parece mal. É simpático como a Rita, reconhece os irmãos como a Rita, vem para o meu colo como a Rita, diz "olá" como a Rita, e até me chama "pá!" como a Rita. Estou certo de que também vou gostar muito do Gustavo.

 

Obrigado, amor. Foi uma linda surpresa :-)

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publicado às 10:13


Miss Rita bate recorde

por João Miguel Tavares, em 28.10.13

Loucura - a senhora menina Rita acaba de bater o seu recorde de permanência no infantário. Sexto dia útil consecutivo sem ficar em casa, e rija que nem um pêro. Agora é que vai ser trabalhar.

 

Foto de há uns meses, com Miss Rita no antigo trabalho do papá

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publicado às 10:48


Bicho da maçã

por João Miguel Tavares, em 26.10.13

Ontem fui à cozinha apanhar uma peça de fruta quando de repente...

 

 

...e pensei para com os meus botões: mas o que é isto? A maçã tem bicho?

 

Não, a maçã não tem bicho. Ou melhor: foi vítima das favolas do bicho Ritinha, que está a desenvolver dentes a uma velocidade impressionante e mal vê uma peça de fruta lhe enfia imediatamente uma trinca.

 

Do alto dos seus quase 14 meses, não há nada que amedronte o poderoso marfim da minha filha mais nova - e tenho provas disso.

 

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publicado às 10:07


Está quase!

por Teresa Mendonça, em 25.10.13









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publicado às 14:59



Os livros do pai


Onde o pai fala de assuntos sérios



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