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Primeira aula da Carolina na nova escola, primeiro buraco: ainda não há professor de História.

 

Expliquem-me devagarinho, a ver se eu percebo. Se milhares de professores chegam sempre com uma semana de atraso, porque é que não se fazem as colocações uma semana mais cedo?

 

publicado às 10:39


44 comentários

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De Mário Cordeiro a 17.09.2014 às 00:41

E se os alunos terminam em Junho e se inscrevem em Maio... porque é que as turmas só saem na véspera do primeiro dia de aulas?
E se as matérias são nacionais (que eu saiba, o Dom Afonso Henriques de Vila Real será o mesmo de Faro, ou o do Agrupamento Filipa de Lencastre o mesmo dos Salesianos), porque é que os manuais escolares não são feitos por um grupo de trabalho de professores do ramo, impressos na Imprensa Nacional que até tem uma editora, vendidos a preço de custo (aí umas dez vezes menos do que o preço que pagamos) e, finalmente, duráveis 3 a 5 anos (a Pré-História não muda muito, acho, nesse "longuíssimo período de tempo, nem os superlativos absolutos analíticos e sintéticos ou lá como se diz)... e feitos em partes que se juntam aolongo do ano para não carregar para a escola nas inefáveis mochilas, no primeiro dia, o peso das páginas de Junho seguinte, e ainda que não se escrevesse nos manuais para os (escassos) irmãos poderem aproveitar.
Mas não. A 16 de setembro continuamos sem alguns professores, com horários incompletos, sem saber o que fazer em termos de actividades complementares... e assim se promove a natalidade...

Só há uma solução para o ME: primeiro implodi-lo (eventualmente retirando algumas pessoas... vá lá, todas para não me chamarem talibã), e depois reconstruir e designar por "ministério do ensino, aprendizagem, artes e cultura, e desenvolvimento da pessoa e do cidadão" (um bocadinho grande, mas arranja-se um acrónimo), em que o ministro faria um juramento de que seria, mesmo "ministro," ou seja, "servidor" da "res publica".
Finalmente, vassourar alguns directores, professores, chefes de secretaria e aumentar em muito o número de auxiliares seria outra medida estrutural fundamental.
Enquanto a hierarquia napoleónica se mantiver e os dez pais, dos quatrocentos possíveis, que aparecem nas reuniões de pais e intervêm na escola, se queixarem sobretudo de que o peixe tem espinhas, o puré de batata grumos e o arroz está empapado... esqueçam.
Nice try, JMT... mas por experiência própria digo que desmoraliza,mesmo que uma pessoa não se deixe abater e persista.
Abraços
PS: o meu amigo já se inscreveu na Associação de Pais? "Maila" sua Excelentíssima Esposa?

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