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Deixa estar que eu pinto

por João Miguel Tavares, em 01.12.13

O meu amigo Hugo Neves, director de arte da Time Out, enviou-me esta óptima história sobre um pai que decidiu colorir os desenhos dos seus filhos pequenos. O resultado é excelente, e fica apenas a dúvida se aquilo resulta porque o talento do pai para colorir consegue transformar um desenho banal numa ilustração competente, ou se aquilo resulta porque a qualidade dos desenhos originais das crianças é bastante mais elevada do que poderíamos supor à partida. Eis o antes e o depois:

 

 

 

 

Nos últimos tempos parece que tem havido algumas experiências de pintar digitalmente, mas eu aconselharia a manter-se fiel aos lápis. Colorir em computador é uma arte dificílima: ou se é muito bom, ou mais vale estar quieto.

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publicado às 10:27



Os livros do pai


Onde o pai fala de assuntos sérios


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