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Em entrevista a uma revista francesa, perguntaram a Cristiano Ronaldo qual era a sua mulher ideal. Ele respondeu sem hesitações que era a Irina:
"A minha namorada!", exclamou, no que seria uma resposta super-romântica não a tivesse ele feito acompanhar de explicação (erro clássico em futebolistas):
"Ela tem o que procuro numa mulher: um corpo excepcional e a beleza."
Ou seja, aquilo que em linguagem comum se costuma classificar como "uma gaja bonita e podre de boa". O que, olhando para Irina, não pode ser facilmente desmentido.
Imagino que as senhoras leitoras deste blogue mais dadas às sensibilidades possam não apreciar a resposta de Crisitano Ronaldo, e façam notar as faltas de referências à bondade da menina e ao seu quociente de inteligência. Mas não há como desmerecer este momento de tão comovente franqueza. Porque, de facto, a maior parte das vezes, os gajos que respondem à pergunta
"O que é que mais gosta numa mulher?"
com o chavão "o seu interior", estão, obviamente, a referir-se à roupa interior. Ronaldo teve o enorme mérito de, pelo menos, não deixar a este respeito quaisquer margens para equívocos. E bem, como se comprova.
O bonito interior de Irina Shayk
A excelentíssima esposa, a tal que goza com a minha incapacidade de distinguir os efeitos de sapatos desajustados nos pés das crianças, mostra-se por sua vez incapaz de analisar os efeitos de letras desajustadas na porta de quartos.
Sempre imparável na sua tentativa de embelezar, adornar e personalizar os quartos dos miúdos, eis que decidiu colar as primeiras letras dos seus nomes nas portas dos respectivos quartos, sem me dizer nada. E claro, cereja em cima do bolo, lembrou-se de decorar as letras de madeira branca com alguns daqueles autocolantes (ou primos desses autocolantes, vá) que infestam a casa.
A porta do quarto dos dois rapazes ficou bonita, não ficou?
Tão lindo. T e G. Tomás e Guilherme.
Mas o que dizer da porta do quarto das duas raparigas? Da Carolina e da Rita. Da C e da R, não sei se estão a ver.
Tivesse a excelentíssima esposa optado por colocar a Rita à frente da Carolina e nada disto aconteceria. Mas não. Foi mesmo C e R que ficou colado na porta do pobre quarto, como se fosse possível em 2013 juntar, no planeta Terra, estas duas letras do alfabeto e não ver imediatamente passar à frente dos olhos um futebolista da Madeira com magníficos peitorais e péssimos penteados.
E pronto. O mal está feito. Agora parece que tenho o Cristiano Ronaldo a morar cá em casa. E não só cá em casa - ainda por cima no quarto das miúdas. Digam-me: é pior juntar um C e um R e não dar por nada ou confundir momentaneamente o sapato E com o sapato D? Adivinhem lá...