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Tendo em conta os meus graves problemas domésticos de pilhagem do papel higiénico, acabo de encontrar na net uma solução por apenas 19,95 euros. É da marca Doiy e chama-se Polaroll. Pelos vistos, até tem distribuição em Portugal e tudo.
Infelizmente, acho que só ejecta o papel como se fosse uma polaroid - porque se tirasse fotografias e se queixasse de assaltos, seria absolutamente perfeito.
E de repente dou com os rolos de papel higiénico da casa assim,
desmaiados em cima do suporte, sem o canudo de cartão no meio, que permite o desenrolar eficaz das folhas.
A Teresa não estava em casa e eu pergunto aos miúdos:
- Quem é que andou a brincar com o papel higiénico? A Rita não conseguia fazer isto!
O Tomás disse que sabia:
- Foi a mamã que tirou o canudo para eu poder fazer o meu presépio na escola.
E eu:
- What?!?
(Quando preciso de desabafar à frente dos miúdos falo em inglês.)
E aí lembrei-me que a Teresa me tinha enviado no dia anterior, muito orgulhosa, umas fotos do presépio do Tomás na escola:
Portanto, este simpático pastor vestido de camisinha verde com flores brancas (um padrão super-usado na Judeia do século I) e barrete de cossaco, tem por baixo um rolo de cartão que deixou viúvas as folhas do meu papel higiénico.
A excelentíssima esposa é a maior: faz qualquer coisa para suprir quaisquer necessidades dos seus queridos filhos.
Donde, em vez de me estar para aqui a queixar, devia era estar contente. Se o Tomás tivesse ficado responsável pelos tecidos em vez dos rolos de cartão, ainda acabava com todo o guarda-roupa tesourado.